Eduardo Moreira, fundador do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), rompe todas as convenções literárias para criar algo inédito: um teatro ontológico …
Eduardo Moreira, fundador do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), rompe todas as convenções literárias para criar algo inédito: um teatro ontológico …
Eduardo Moreira, fundador do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), rompe todas as convenções literárias para criar algo inédito: um teatro ontológico …
O capítulo 1, um texto de Mike Davis, inicia ressaltando a recorrência de casos semelhantes à da COVID-19, em que a própria lógica de funcionamento do sistema capitalista possibilitou e intensificou a transmissão de doenças.
Dentro da lógica capitalista, o bem estar da população sempre ficará em segundo plano, uma vez que tudo se torna uma mercadoria e objetiva a obtenção e o aumento de lucros privados. Tal efeito se destaca ao apontar a escassez de leitos hospitalares, especialmente com a redução de 39% nos entre 1981 e 1999 para aumentar a margem de lucros (p. 8).
Em sua análise, fica evidente como as crises do capitalismo, inclusive as sanitárias, tendem a afetar a população mais pobre e a classe trabalhadora de forma muito mais contundente, principalmente com o desmonte das iniciativas e políticas que visam o bem estar da população. A busca incessante pelo lucro dificulta inclusive o desenvolvimento …
O capítulo 1, um texto de Mike Davis, inicia ressaltando a recorrência de casos semelhantes à da COVID-19, em que a própria lógica de funcionamento do sistema capitalista possibilitou e intensificou a transmissão de doenças.
Dentro da lógica capitalista, o bem estar da população sempre ficará em segundo plano, uma vez que tudo se torna uma mercadoria e objetiva a obtenção e o aumento de lucros privados. Tal efeito se destaca ao apontar a escassez de leitos hospitalares, especialmente com a redução de 39% nos entre 1981 e 1999 para aumentar a margem de lucros (p. 8).
Em sua análise, fica evidente como as crises do capitalismo, inclusive as sanitárias, tendem a afetar a população mais pobre e a classe trabalhadora de forma muito mais contundente, principalmente com o desmonte das iniciativas e políticas que visam o bem estar da população. A busca incessante pelo lucro dificulta inclusive o desenvolvimento de novos medicamentos em favor do investimento em áreas com lucro garantido e baixo risco, tornando mesmo doenças conhecidas em negligenciadas.
“Medicamentos para o coração, tranquilizantes viciantes e tratamentos para a impotência masculina são líderes do lucro, não as defesas contra infecções hospitalares, doenças emergentes e assassinos tropicais tradicionais” (p. 11)
Trata-se de uma coletânea de seis textos de Ruy Mauro Marini, nos quais analisa a situação econômica latino-americana. Embora algumas de suas interpretações apresentem problemas — como a identificação de “fatores exógenos ao ciclo do capital” —, é material relevante para a compreensão do desenvolvimento econômico da América Latina e da chamada Teoria da Dependência.
Os textos apresentam enfoques variados, incluindo: uma crítica à noção de “ciclos econômicos” e ao modo como essa perspectiva alimenta a expectativa de superação da crise e de “retorno à normalidade”; a análise do desenvolvimento de uma autonomia relativa da América Latina frente aos EUA; as relações entre economia mundial e economia nacional; o Estado como fator-chave da dinâmica econômica, sobretudo na reprodução do capital privado ao viabilizá-lo e protegê-lo; as relações entre a cúpula militar e o empresariado durante as ditaduras na América Latina; e, por fim, a necessidade de romper a influência militar …
Trata-se de uma coletânea de seis textos de Ruy Mauro Marini, nos quais analisa a situação econômica latino-americana. Embora algumas de suas interpretações apresentem problemas — como a identificação de “fatores exógenos ao ciclo do capital” —, é material relevante para a compreensão do desenvolvimento econômico da América Latina e da chamada Teoria da Dependência.
Os textos apresentam enfoques variados, incluindo: uma crítica à noção de “ciclos econômicos” e ao modo como essa perspectiva alimenta a expectativa de superação da crise e de “retorno à normalidade”; a análise do desenvolvimento de uma autonomia relativa da América Latina frente aos EUA; as relações entre economia mundial e economia nacional; o Estado como fator-chave da dinâmica econômica, sobretudo na reprodução do capital privado ao viabilizá-lo e protegê-lo; as relações entre a cúpula militar e o empresariado durante as ditaduras na América Latina; e, por fim, a necessidade de romper a influência militar para viabilizar um projeto de “democracia plena”, e não apenas de “democracia viável”.